sexta-feira, 7 de março de 2014

SOMOS MAIS DE 200 MILHÕES DE HABITANTES NO BRASIL

-Somos mais de 200 milhões de habitantes no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.


 -Segundo estudos feitos pelo IBGE, a  população  de nosso país irá chegar no seu ponto máximo de crescimento em 2042, quando chegará a 228,4 milhões de habitantes, e a partir de então vai começar a diminuir.


-Além disso, a queda da taxa de natalidade e o aumento da expectativa de vida vai triplicar o índice de idosos no país, fazendo com que em 2060 o Brasil tenha dois habitantes com mais de 65 anos para cada criança.


-O IBGE estima que a população atual é de 201.032.714 habitantes,e ainda irá aumentar para  212,1 milhões em 2020, até alcançar o máximo de 228,4 em 2042.

-Estudos feitos pelo IBGE, indicam que a partir de 2042 nossa população começará a decrescer, atingindo o valor de 218,2 em 2060, nível equivalente ao projetado para 2025.

-Brasil encolherá quase uma cidade de São Paulo entre 2042 e 2060, diz IBGE.Dados divulgados nesta quinta-feira (29/8/2013) mostram que, de 2042, quando o contingente populacional atingirá seu ápice, com 228 milhões de pessoas, até 2060, ano em que haverá 218,1 milhões de habitantes no Brasil, o país perderá 10,1 milhões de habitantes. O número chega próximo à perda de uma cidade de São Paulo. Segundo o Censo de 2010, a capital paulista tem 11,2 milhões de habitantes.




-Tomando por base estes estudos , as mulheres brasileiras terão cada vez menos filhos, e serão mães pela primeira vez cada vez mais velhas.


-Em 2013, a média é que cada mulher tem 1,77 filho, tendo sido projetado para 1,61 filho em média por mulher em 2020 até atingir 1,5 filho em média por mulher em 2030.



-O IBGE destaca que a  média de idade das "mães de primeira viagem" atualmente é de 26,9 anos e este índice atingirá 28 anos em 2020 e 29,3 anos em 2030.

-O número de idosos na atualidade é de 7,4% da população brasileira. Em 2060, eles serão 26,7%. Serão dois idosos para cada criança.


-Temos que chamar a atenção para um fato muito importante, que é o envelhecimento populacional que irá afetar diretamente setores como os da saúde pública e previdência privada.

-Segundo estudo feito pelo IBGE nossa esperança/expectativa de vida ao nascer vai aumentar. Em 2013, o bebê nasce com expectativa de viver 71,2 anos se for menino e 74,8 anos se for menina.

 
-No ano de 2060, estes valores serão 77,8 para homens e 81 anos para as mulheres, configurando um ganho de 6,6 anos médios de vida para os homens e 6,2 anos para as mulheres.


-A esperança de vida ao nascer deve atingir os 80,0 anos em 2041, chegando a 81,2 anos em 2060.

-Já entre as unidades da Federação, a esperança de vida em Santa Catarina deve alcançar os 80,2 anos já em 2020. Nesse mesmo ano, o Maranhão deve ser o estado com esperança de vida mais baixa (71,7 anos), mas deve chegar a 74,0 anos em 2030 e, assim, ultrapassar Rondônia e Piauí, que estarão com esperanças de vida em 73,8 e 73,4 anos, respectivamente.

-Bahia deve ter maior saldo migratório negativo e Santa Catarina, o maior saldo positivo. A tendência dos volumes migratórios é de redução, em termos de saldo migratório (entrada de imigrantes menos a saída de emigrantes), a projeção indica que, em 2020 e 2030, a Bahia deve ter o saldo migratório com os maiores valores negativos, -46,6 mil e -39,3 mil, respectivamente.

-Nos mesmos anos, Maranhão, Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas, Piauí e Pernambuco também terão saldos migratórios negativos ainda expressivos, acima de 10 mil emigrantes.

-Já as unidades da Federação que devem ter os maiores saldos positivos, acima de 10 mil imigrantes, nos dois anos são Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Distrito Federal e Espírito Santo. Santa Catarina deve se manter na liderança, com um saldo de 37,1 mil imigrantes s em 2020 e 34,3 mil em 2030.

-De acordo com as projeções para a migração internacional, o percentual de pessoas que sairá do país vai aumentar até 2020, quando atingirá 0,001 da população. A partir de então, a taxa vai cair até 2035, quando o percentual será o mais baixo desde o ano 2000, em torno de 0,0002.

 


Prof. Kléber


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